Com a confiança em Léo Jardim, que sempre pega ao menos um pênalti, time segura pressão e sofre sustos no clássico, mas também poderia perfeitamente ter decidido o jogo com bola rolando
Mal das pernas no Brasileirão e com uma eliminação impiedosa na Sul-Americana na bagagem, o Vasco ativou o “modo copa” no momento certo da temporada para despachar o Botafogo da Copa do Brasil. O clube, a exemplo do que ocorreu no ano passado, está classificado para as semifinais.
A vaga veio depois de dois clássicos equilibrados e dois empates em 1 a 1. Nesta quinta-feira, no Nilton Santos, a equipe comandada por Fernando Diniz sofreu sustos e precisou segurar a pressão do adversário, mas também poderia perfeitamente ter matado a partida com bola rolando.
O Botafogo teve mais a bola o tempo todo (54%) e terminou o jogo com 19 finalizações (contra apenas oito). Mas o Vasco praticamente igualou o número de chutes na direção da meta (cinco contra seis) e só não conseguiu o gol que dispensaria a decisão por pênaltis porque Rayan finalizou fraquinho depois de grande jogada individual no primeiro tempo e, no segundo, Coutinho mandou para fora uma das chances mais claras do confronto.